terça-feira, 17 de julho de 2012

EMARANHADO DO EXISTIR - ANO 02 – Nº 492


EMARANHADO DO EXISTIR

Foto colhida em Torres, RS, em 31/10/2010.


A alegria transborda o coração daqueles que, mergulhados na escuridão de seu emaranhado, existir percebem que sempre há possibilidades à frente e se encorajam a levantar seu olhar. A escuridão não dura para sempre, mas sempre haverá uma luz, por pequenina que seja, um pouco mais adiante!

Votos de uma terça-feira de realizações humanas!
DESTAQUE DO DIA

Nascimento de Meinong  (159 anos)

Alexius Meinong nasceu em Lemberg, Austria a 17 de julho de 1853 e morreu em Graz, Austria a 27 de novembro de 1920. Foi um filósofo austríaco cuja notoriedade se deve, em grande parte, a formulação de uma teoria de objetos não-existentes, duramente atacada por Bertrand Russell (não obstante o seu profundo respeito pela obra de Meinong). A maior parte da carreira de Meinong concentrou-se na Universidade de Graz (1882-1920), onde ajudou a estabelecer um importante centro de pesquisa em psicologia e filosofia -- em particular, lógica e metafísica –- conhecido como Escola de Graz. Um dos resultados dessa escola foi precisamente a Teoria dos Objetos (Gegenstandstheorie) de Meinong. Meinong distingue sua teoria dos objetos da metafísica numa espécie de slogan: o preconceito da metafísica tradicional (incluindo a de seu professor, Franz Brentano ) em favor do atual. Para Meinong, "a totalidade do que existe, incluindo o que existiu e existirá, é infinitamente menor em comparação com a totalidade dos objetos de conhecimento".[1]


[1] ALEXIUS MEINONG. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexius_Meinong. Acesso em 17 jul 2012.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Entre pedras - ANO 02 – Nº 491


ENTRE PEDRAS

Foto colhida em Torres, RS, em 20/08/2011.

Tem certos dias em que o único caminho que vislumbramos para a nossa jornada aparece entre dois paredões de pedras. Não há horizontes para esquerda ou para a direita. O jeito é seguir em frente com a esperança de adiante os paredões se abram e nos permitam respirar outras possibilidades.

Votos de uma boa semana!
DESTAQUE DO DIA

Início do calendário Islâmico (1433 anos)

O calendário islâmico ou calendário hegírico é um calendário lunar composto por doze meses de 29 ou 30 dias com um total de cerca de 354 dias. A contagem do tempo deste calendário começa com a Hégira - a fuga de Maomé de Meca para Medina, em 16 de julho de 622. O mês começa quando o crescente lunar aparece pela primeira vez após o pôr do sol. Tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar.
Este calendário baseado no ano lunar não corresponde aos calendários do ano solar. Os meses islâmicos retrocedem a cada ano que passa em relação aos calendários baseados no ano solar, como o Calendário Gregoriano, por exemplo. Uma vez que o calendário islâmico é cerca de 11 dias mais curto que o calendário solar, os feriados muçulmanos acabam por circular por todas as estações. O ano atual para os islâmicos é o de 1433.[1]


[1] CALENDÁRIO ISLÂMICO. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_isl%C3%A2mico. Acesso em 16 jul 2012.

domingo, 15 de julho de 2012

Cores e cores - ANO 02 – Nº 490


CORES E CORES

Foto colhida em Jaguarão, RS, em 19/02/2008.


Às vezes nos damos conta de que nossa criatividade se inspira na criatividade da natureza. Na foto do prédio de Jaguarão, não é simples estabelecer o limite entre a criatividade do ser humano e a da natureza. Não parece que uma é a continuação da outra?

Um domingo de intensa criatividade... e uma e de outra!
DESTAQUE DO DIA

Nascimento de Benjamin (120 anos)

Walter Benedix Schönflies Benjamin nasceu em Berlim a 15 de julho de 1892 e morreu em Portbou a 27 de setembro de 1940. Foi um ensaísta, crítico literário, tradutor, filósofo e sociólogo judeu alemão. Associado à Escola de Frankfurt e à Teoria Crítica, foi fortemente inspirado tanto por autores marxistas, como Georg Lukács e Bertolt Brecht, como pelo místico judaico Gershom Scholem. Conhecedor profundo da língua e cultura francesas, traduziu para o alemão importantes obras como Quadros Parisienses de Charles Baudelaire e Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. O seu trabalho, combinando ideias aparentemente antagônicas do idealismo alemão, do materialismo dialético e do misticismo judaico, constitui um contributo original para a teoria estética.

Benjamin tinha seu ensaio “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica” na conta de primeira grande teoria materialista da arte. O ponto central desse estudo encontra-se na análise das causas e consequências da destruição da “aura” que envolve as obras de arte, enquanto objetos individualizados e únicos. Com o progresso das técnicas de reprodução, sobretudo do cinema, a aura, dissolvendo-se nas várias reproduções do original, destituiria a obra de arte de seu status de raridade. Para Benjamin, a partir do momento em que a obra fica excluída da atmosfera aristocrática e religiosa, que fazem dela uma coisa para poucos e um objeto de culto, a dissolução da aura atinge dimensões sociais. Essas dimensões seriam resultantes da estreita relação existente entre as transformações técnicas da sociedade e as modificações da percepção estética. A perda da aura e as consequências sociais resultantes desse fato são particularmente sensíveis no cinema, no qual a reprodução de uma obra de arte carrega consigo a possibilidade de uma radical mudança qualitativa na relação das massas com a arte. Embora o cinema, diz Walter Benjamin, exija o uso de toda a personalidade viva do homem, este priva-se de sua aura.[1]


[1] WALTER BENJAMIN. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Benjamin. Acesso em 15 jul 2012.

sábado, 14 de julho de 2012

Também de flores - ANO 02 – Nº 489


TAMBÉM DE FLORES

Foto colhida em Porto Alegre, RS, 19/11/2009.


A vida também é feita de flores. Há que encantar-se com a beleza delas que não nos permite passar impunes. Quem sabe a beleza da alma humana possa também provocar cumplicidade por quem se passa!

Um sábado de repouso (para muitos, de trabalho)!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Caminhos de pedras - ANO 02 – Nº 488


CAMINHOS DE PEDRAS

Foto colhida no IPA, Porto Alegre, RS, em 18/06/2011.


Os caminhos, muitas vezes, são feitos de pedras duras e irregulares. É necessário tomar todo o cuidado. É comum fixarmos nosso olhar na dureza do caminho e esquecermos-nos de olhar ao redor. Aqui e ali pode haver um banco para sentar ou contemplar as árvores, contendo um universo pleno de vida, que nos envolvem. É preciso cuidado, mas também é preciso levantar a cabeça!

Votos de uma sexta-feira treze repleta de satisfações!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Na água - ANO 02 – Nº 487


NA ÁGUA

Foto colhida em Torres, RS, 02/02/2011, no Parque da Guarita idealizado
pelo ambientalista José Lutzenberger.
  
Nem tudo quem vive na água é peixe: há plantas que só sobrevivem no meio líquido. O exemplo da foto sinaliza uma diversidade delas, cujo habitat é uma lagoa. Sua vitalidade depende da quantidade da água – se o nível baixar, morrem; se o nível subir, também morrem. Qual é o nível suportável para o ser humano?

Votos de uma quinta-feira de realizações humanas!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Harmonia - ANO 02 – Nº 486


HARMONIA

Foto colhida no Parque da Guarita, Torres, RS, 02/02/2011.
  
Ao encontrar seu alimento, as aves se reúnem e convivem harmoniosamente. Quem sabe, não encontramos nisso uma lição sobre a harmonia entre nós: construir a possibilidade para que todas as pessoas encontrem o seu alimento, sem necessidade de guerras.

Que nossa quarta-feira seja de harmonias!