segunda-feira, 23 de julho de 2012

GOSTO DE SOL - ANO 02 – Nº 498


GOSTO DE SOL

Foto colhida em Torres, RS, [Lagoa do Violão] 28/01/2012.


“Sei que nada será como antes amanhã
Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está
Amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol”[1]

Uma nova semana de encontros e de amigos!


[1] NADA SERÁ COMO ANTES: Milton Nascimento. Disponível em http://letras.mus.br/milton-nascimento/47436/. Acesso em 23 jul 2012.

domingo, 22 de julho de 2012

OUTRO MUNDO - ANO 02 – Nº 497


OUTRO MUNDO

Foto colhida em Porto Alegre, RS, IPA, 13/01/2012.


Quando contemplamos as árvores das nossas praças e jardins, nem sempre nos damos conta do “outro mundo” que sobrevive por ali: vegetação, pequenos insetos etc. verdadeiros emaranhados de vidas que se intercalam pela sobrevivência de sua espécie!

Um domingo de alegria!

sábado, 21 de julho de 2012

PARALELEPÍPEDOS - ANO 02 – Nº 496


PARALELEPÍPEDOS

Foto colhida em Eldorado do Sul, (Guaíba Country Club), 03/04/2011.

Apenas uma rua calçada com paralelepípedos. Pois é, mas se a gente pensar um pouco mais adiante, vamos concluir que são essas pedras talhadas, colocadas harmoniosamente sobre uma base resistente e nivelada que possibilitam nosso ir e vir com conforto. Cada particularidade, do nosso mundo, coopera para nosso bem existir.

Bom sábado!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O POTE DE OURO - ANO 02 – Nº 495


O POTE DE OURO

Foto colhida em Gramado, RS, 23/01/2012.

Embala nossa memória, a lembrança das histórias que nos contavam sobre o pote de ouro que existia na ponta do arco-íris. Continuamos contando isso para nossos descendentes. Como nós, seus olhos brilham intensamente quando ouvem esses relatos. O brilho não é por causa do ouro. É por causa da história! Descobri que a história é verdadeira. A ponta do arco-íris fica dente de cada um, bem ali onde cintila o mais brilhante “ouro” que existe!

Votos de uma sexta-feira repleta de arco-íris!
DESTAQUE DO DIA

Nascimento de Petrarca  (708 anos)

Francesco Petrarca nasceu em Arezzo a 20 de julho de 1304 e morreu em Arquà a 19 de julho de 1374. Foi um intelectual, poeta e humanista italiano, famoso, principalmente, devido ao seu romanceiro. É considerado o inventor do soneto, tipo de poema composto de 14 versos. Foi baseado no trabalho de Petrarca (e também de Dante e Boccaccio) que Pietro Bembo, no século XVI, criou o modelo para o italiano moderno, mais tarde adotado pela Accademia della Crusca. Petrarca é tradicionalmente chamado o pai do Humanismo. Ele inspirou a filosofia humanista que levou à Renascença. Ele acreditava no imenso valor prático e na imensa moral do estudo da História Antiga e da Literatura Antiga - isto é, o estudo do pensamento e da ação humana.

Embora o Humanismo tenha mais tarde sido associado ao secularismo, Petraca era um devoto cristão e não via conflitos entre a realização do potencial humano e a fé religiosa. Um homem muito introspectivo, ele deu forma, em grande parte, ao nascente movimento humanista porque muitos de seus conflitos internos e meditações expressadas em suas obras foram sumamente recebidas pelos filósofos humanistas Renascentistas e debatidas por muitos anos. Por exemplo, Petrarca lutou com a relação própria entre a vida ativa e a vida contemplativa, e teve uma tendência a enfatizar a importância da solidão e do estudo. O político e pensador Leonardo Bruni defendeu a vida ativa, ou humanismo cívico. O resultado foi que um surpreendente número de líderes políticos, militares e religiosos durante a Renascença apontaram a noção de que sua busca pela glória pessoal deveria se basear no exemplo clássico e na contemplação.[1]


[1] FRANCESCO PETRARCA. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Francesco_Petrarca#Filosofia. Acesso em 20 jul 2012.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

APERFEIÇOAMENTOS - ANO 02 – Nº 494


APERFEIÇOAMENTOS

Foto colhida em Torres, RS, 20/08/2011.

O calor e o frio, juntamente com o vento, conspiraram contra essa pedra. Aos poucos, reagindo ao clima, foi se aperfeiçoando em formas bonitas e bem trabalhadas. Parece uma obra de arte, uma tela linda, pintada com esmero. O que será que o passar do tempo faz com nossa alma?

Que a quinta-feira seja de aperfeiçoamentos!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

ACHOLHENDO A CHUVA - ANO 02 – Nº 493


ACOLHENDO A CHUVA

Foto colhida em Porto Alegre, 18/06/2011.

Quando moramos na cidade fazemos um acolhimento à chuva de forma estranha: abrimos guarda-chuvas, utilizamos capas, abrigamo-nos sob marquises, corremos para fugir dela etc. Diferente é o acolhimento que as plantas lhe dão: como elemento essencial ao seu existir. Para o existir humano, a chuva é desnecessária?

Votos de uma ótima quarta-feira!

terça-feira, 17 de julho de 2012

EMARANHADO DO EXISTIR - ANO 02 – Nº 492


EMARANHADO DO EXISTIR

Foto colhida em Torres, RS, em 31/10/2010.


A alegria transborda o coração daqueles que, mergulhados na escuridão de seu emaranhado, existir percebem que sempre há possibilidades à frente e se encorajam a levantar seu olhar. A escuridão não dura para sempre, mas sempre haverá uma luz, por pequenina que seja, um pouco mais adiante!

Votos de uma terça-feira de realizações humanas!
DESTAQUE DO DIA

Nascimento de Meinong  (159 anos)

Alexius Meinong nasceu em Lemberg, Austria a 17 de julho de 1853 e morreu em Graz, Austria a 27 de novembro de 1920. Foi um filósofo austríaco cuja notoriedade se deve, em grande parte, a formulação de uma teoria de objetos não-existentes, duramente atacada por Bertrand Russell (não obstante o seu profundo respeito pela obra de Meinong). A maior parte da carreira de Meinong concentrou-se na Universidade de Graz (1882-1920), onde ajudou a estabelecer um importante centro de pesquisa em psicologia e filosofia -- em particular, lógica e metafísica –- conhecido como Escola de Graz. Um dos resultados dessa escola foi precisamente a Teoria dos Objetos (Gegenstandstheorie) de Meinong. Meinong distingue sua teoria dos objetos da metafísica numa espécie de slogan: o preconceito da metafísica tradicional (incluindo a de seu professor, Franz Brentano ) em favor do atual. Para Meinong, "a totalidade do que existe, incluindo o que existiu e existirá, é infinitamente menor em comparação com a totalidade dos objetos de conhecimento".[1]


[1] ALEXIUS MEINONG. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexius_Meinong. Acesso em 17 jul 2012.